Entre máscaras e conexões: Dale Carnegie em 2026
Uma leitura filosófica do clássico de Dale Carnegie, refletindo sobre ego, identidade e relações humanas no mundo digital.
Uma leitura filosófica do clássico de Dale Carnegie, refletindo sobre ego, identidade e relações humanas no mundo digital.
Tem gente que acorda e já toma um café amargo de ranço, pronto para espalhar negatividade. Mas você não precisa entrar no jogo deles! Com um pouco de sagacidade, dá para desarmar qualquer pessoa maldosa sem perder a calma – e ainda sair por cima com classe. Aqui estão 10 frases certeiras para se defender … Ler mais
Era a noite do eclipse neural, quando as realidades paralelas se alinhavam como notas de um acorde maior. Seu corpo, metade raposa ancestral, metade diagrama vivo, começou a levitar em posição de lótus — não como desafio à gravidade, mas como resposta à tristeza do mundo.
Neste artigo, o escritor Diogo de Lima revisita o conto “Venha ver o pôr do sol”, de Lygia Fagundes Telles, uma das narrativas mais perturbadoras da literatura brasileira. A análise mistura memória pessoal, reflexão sobre a natureza humana e a lembrança do impacto que o conto causou quando foi lido pela primeira vez, há mais de trinta anos. Entre terror psicológico, ressentimento amoroso e a atmosfera macabra de um cemitério abandonado, o texto revela por que essa história continua sendo um dos finais mais cruéis já escritos na ficção brasileira.
Em Starlight, um narrador em primeira pessoa transforma a música do Muse em um conto íntimo sobre vício, recaída e a perseguição de uma luz ilusória. A Starlight surge como uma entidade simbólica: uma droga-luz, um farol falso que promete clareza, mas conduz ao afastamento afetivo, ao vazio e à perda de si. Um texto híbrido entre crítica musical e confissão literária, sobre luto, memória e a dor honesta de permanecer.
Narrado pelo próprio Orelha, um cachorro comunitário da Ilha, este conto acompanha seu último dia. Da rotina tranquila entre moradores e o mar à quebra abrupta da violência, a história se encerra em um gesto de misericórdia. Um texto sobre pertencimento, perda e o silêncio que permanece quando o amor falha tarde demais.
“Mais alto que muralha é o coração.
Mais forte que espada é o perdão.
Rei nenhum é dono da eternidade,
Pois até os tronos se rendem ao tempo.”
Em Loja 33, a fotógrafa Marina encontra uma loja de conveniência impossível em Brasília, onde prateleiras flutuam, produtos vendem memórias e o Caixa de sete olhos cobra em lembranças. Entre disquetes amaldiçoados, personagens que sabem ser personagens e um livro que reescreve sua vida, Marina percebe que talvez seja apenas parte de uma história em loop. Um conto sobre realidade, ficção e o preço do tempo.
Um conto sobre improbabilidade, sobrevivência e pertencimento. Entre estatísticas cruéis, jogos decisivos e uma mensagem simples no WhatsApp, um pai reencontra o Corinthians e a própria filha. Futebol como fé, herança e insistência em continuar.